terça-feira, 24 de agosto de 2021

Introdução

Este blog é o resultado de um trabalho de pesquisa elaborado pela aluna-pesquisadora Débora Cristina Bazzegio da Silva (Escola Estadual Ernani Rodrigues, Assis/SP) sob orientação do Prof. Alessandro Beccari (DELLE-FCL-Unesp/Assis) em uma iniciação científica do Programa PIBIC Ensino Médio desenvolvida entre os anos de 2020 e 2021. A finalidade do blog é expandir os horizontes de conhecimento dos leitores e leitoras com relação à etimologia das palavras de origem grega utilizadas na área da anatomia humana. Nesse sentido, apresenta um glossário que tem como base o livro O Corpo Humano: sua estrutura e funcionamento (1975, tradução brasileira), de Isaac Asimov (1920-1992).

Isaac Asimov (1920-1992)

Filho de Judah Asimov e Anna Rachel Berman Asimov, nascido em 2 de janeiro de 1920, em Petrovichi, na Rússia, foi posteriormente naturalizado nos Estados Unidos. Isaac Asimov era doutor em bioquímica. Foi professor universitário de 1948 até 1958, ano em que deixou o cargo para se dedicar totalmente à sua atividade de escritor. É mundialmente conhecido como um dos principais autores de livros de divulgação da Ciência e de obras de ficção científica do séc. XX. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão A Trilogia da Fundação (1951-1993), Eu, robô (1950) e O fim da eternidade (1955).

Resenha do livro

O livro tem como objetivo principal divulgar conhecimentos sobre o corpo humano e seu funcionamento. De forma simples e por meio de uma linguagem acessível, os temas são devidamente classificados e abordados. São explicados desde a formação do filo em que nos encontramos até as funções de cada órgão e sistema, de forma que, indubitavelmente, ambos cientistas e leigos são capazes de compreender sem muita dificuldade – mas, claro, com a dedicação necessária.

A

Acloridria “(“falta de ácido clorídrico”)” p. 205, Cap. 8

Acne “(Álias há uma teoria que diz que “acne”, veio de “acme”, do grego akme, “o período de maior intensidade”. Acne é a condição que aparece no auge da juventude, o acme da vida.)” p. 257, Cap. 10

Acromegalia “(acros – extremidade, mágalo – grande)” p. 81, Cap. 3

Adenóide “(“parecidas com glândulas”)” p. 191, Cap. 7

Agnata “(a – sem, gnathos – maxilar)” p. 29, Cap. 1

Alopecia “(“calvície”)” p. 253, Cap. 10

Ameba “(“que muda”)” p. 90, Cap. 4

Amphioxus “(amphi – de ambos os lados, oxus – pontuda)” p. 26, Cap. 1

Anemia “(“falta de sangue”, um certo exagero na expressão)” p. 176, Cap. 7

Aneurisma “(“dilatação”)” p. 166, Cap. 6

Anfíbios “(amphi – de uma e outra parte, bios – vida)” p. 32, Cap. 1

Anisotrópico “(“que se volta desigualmente”)” p. 93, Cap. 4

Aorta “(“levantar”, talvez porque as primeiras polegadas do curso da aorta são quase em vertical)” p. 151, Cap. 6

Aponevrose “(“expansão do tendão”, porque, antes do ponto em que começa a alargar-se, o tendão tem a forma que lhe é peculiar)” p. 104, Cap. 4

Apoplexia “(“ferir subitamente”)” p. 165, Cap. 6

Artéria “(“conduto de ar”)” p. 147, Cap. 6

Arteriosclerose “(“endurecimento das artérias”)” p. 163, Cap. 6

Artrite “(“inflamação da junta”)” p. 87, Cap. 3

Artrópodes “(arthro – articulação – podo – pé)” p. 18, Cap. 1

Asma “(“respiração difícil)” p. 134, Cap. 5

Astrágalo “(ossinho)” p. 71, Cap. 3 

Aterosclerose “(athero – espiga, sclerosis – endurecimento)” p. 165, Cap. 6

Atirenóides “(arytenos – copo, funil)” p. 128, Cap. 5

Atrofia “(“sem crescimento”)” p. 102, Cap. 4

B

Balanoglossus “(balano – bolota, glossus – língua)” p. 24, Cap. 1

Basófilos “(“amigos da base”)” p. 184, Cap. 7

Braquiocefálica “(brachios – braços, céphalo – cabeça)” p. 152, Cap. 6

Braquiopódes “(braqui – podos)” p. 17, Cap. 1

Brônquios “(bronchios – garganta)” p. 132, Cap. 5

C

Carótidas “(“adormecer”)” p. 153, Cap. 6

Cefalização “(de céphalo – cabeça)” p. 50, Cap. 2

Céfalocordato “(céfalo – cabeça – cordato)” p. 27, Cap. 1

Celenterados “(coel – oco, êntero – intestino – porque a digestão se processa no interior da xícara que assim se transforma num intestino)” p. 21, Cap 1

Celíacas “(“barriga”)” p. 153, Cap. 6

Célula-esperma “(“esperma” em grego significa “semente”)” p. 263, Cap. 11

Ciclose “(“cyclosis – circulação)” p. 89, Cap. 4

Cirrose “(cirrhos – amarelo cor de palha)” p. 212, Cap. 8

Cístico “(cystos – vesícula)” p. 210, Cap. 8

Cistite “(“inflamação da bexiga”)” p. 334, Cap. 9

Clitóris “(“encerrar”, talvez por estar encerrada pelos lábios)” p. 276, Cap. 11

Cloristridium tetani “(“em forma de fuso”)” p. 97, Cap. 4

Cóccix “(kokkyx – cuco, acharam analogia com o bico do cuco)” p. 46, Cap. 2

Colágenos “(“produtor de cola”, pois produz uma cola quando se prolonga a fervura)” p. 75, Cap. 3

Côndilo “(kondylos – articulação)” p. 49, Cap. 2

Condrictios “(chondros – cartilagem, ichthyos – peixe)” p. 30, Cap. 1

Condrócitos “(“células de cartilagem”)” p. 76, Cap. 3

Cotilóide “(kotule – escudela, óide – forma [...]” p. 70, Cap. 3

Crânio “(kranion)” p. 47, Cap. 2

Craniósquise “(crânio esquise – ação de fender)” p. 81, Cap. 3

Creatina “(“músculo”)” p. 235, Cap. 9

Cricóide “(cricos – anel)” p. 128, Cap. 5

Cripsorquismo “(cripto – esconder, orchis* – testículo). (*) A palavra grega para “testículo” é orchis. A palavra “orquídea” vem da semelhança com a forma testicular do tubérculo de onde sai. [...]” p. 279, Cap. 11

Crossopterígios “(crossos – franja, pretos – asa, com nadadeiras franjadas)” p. 31, Cap. 1

D

Deltóide “(“em forma de delta” que significa triangular porque o delta grego tem a forma de triângulo)” p. 111, Cap. 4

Derme “(“pele”). É um tecido vivo, rico em pontas de nervos, vasos sanguíneos e várias glândulas.” p. 240, Cap. 10

Diabetes “(“sifão”)” p. 232, Cap. 9

Diafáse “crescimento entre” p. 80, Cap. 3

Diafragma “(“interceptar”)” p. 113, Cap. 4

Diapedese “(saltar através”)” p. 185, Cap. 7

Diarréia “(“correr através de...”)” p. 221, Cap. 8

Diástole “(“dilatação”)” p. 160, Cap. 6

Introdução

Este blog é o resultado de um trabalho de pesquisa elaborado pela aluna-pesquisadora Débora Cristina Bazzegio da Silva (Escola Estadual Erna...